Monday, October 19, 2009

Onde é que foi o pato?

- Ó professora... eu acho que a professora não sabe lá muito bem fazer perguntas...
- Não? Então como é que se fazem perguntas?
- Nós é mais assim... hum... algo do género... assim... tá a ver... A resposta é "O pato foi à água.". E a professora pergunta "Onde é que foi o pato?"... Agora isto de querer saber o prémio literário recebido pelo Saramago...

Monday, September 28, 2009

E quem é o nosso melhor amigo, afinal?

Sunday, September 27, 2009

Era um outo belo fim de tarde, não necessariamente em castelhano...

Era um bom fim de tarde...

Friday, September 25, 2009

The Soaked Lamb

Wednesday, September 23, 2009

Ando com vontade de aprender espanhol... Aparentemente, é a língua da moda nas nossas escolas!

Saturday, September 5, 2009

Vícios




Tuesday, August 25, 2009

Clube de fãs

A pedido de um leitor muito especial, António Azevedo, retomamos funções. Dada a carga de trabalho que tivemos este ano, o À Paris manger beaucoup de fromage ficou au bain marie. Como se diz na aldeia da Daisy, "o pior mal foi nosso". Vamos tentar ter uma vida normal, o que implica alguns minutos por semana para escrever os nossos disparates. Que não devem ser levados demasiado a sério. Mas, por outro lado, quem quer ser levado a sério? Nós não, certamente. Tivemos muitas saudades.

O dia em que a Minnie e a Daisy se zangaram

Algures no mês de Agosto, algures numa aldeia portuguesa, Minnie Mouse conhece o primo de Daisy Duck.


(Andy Duck era um deus.)


Até então a relação entre as duas nunca conhecera o mínimo entrave (excepção feita a uma semana particular do mês…). Minnie e Daisy tinham os mesmo gostos, liam os mesmos livros, viam os mesmos filmes, bebiam os mesmos vinhos, não queriam os mesmo homens – pelos mesmos motivos –, partilhavam cigarros de vez em quando, até que, numa malfadada tarde do mês de Agosto, Daisy apresenta Andy Duck a Minnie Mouse.

No preciso momento em que Andy levanta o seu metro e oitenta e cinco do sofá e o olhar de Minnie o percorre, libidinosamente, num movimento ascendente, Daisy apercebe-se da tensão sexual nascente entre ambos. Daisy conseguia ler o pensamento de Minnie: “Que idade terá ele?”. Apreensiva, fez as apresentações da praxe. Pela primeira vez, reparou no encantador sorriso de Andy. Os seus ombros largos, os dentes perfeitos. Para si, era ainda uma criança. Pela primeira vez, pensou que se tratava de um adulto, e era óbvio que Minnie não via nele um rapazinho. Nunca até então vira em Minnie von Teese a mulher pérfida que iria arrebatar o seu tenro primito. À medida que o tempo passava, os sinais de nervosismo de Daisy eram cada vez mais evidentes. Insistia que era tarde, que tinham de ir, que estavam, seguramente, a incomodar. Minnie derramava encanto e sedução. Sob o seu feitiço, Andy começava a sucumbir...


Quando, finalmente, Daisy conseguiu arrastar Minnie para casa, não conseguia disfarçar o seu mau humor.
- Ele é demasiado novo para ti. É ainda um miúdo! Vais destroçá-lo!
- Muito novo?! Nem pensar… Ele precisa de alguém experiente que o ensine a viver a verdadeira vida.

Daisy estremeceu. Sabia do que Minnie era capaz. Pensava no seu encantador primo, lembrava-se dos seus vagidos quando nascera, das suas gracinhas infantis. Havia algo de profundamente perturbador em tudo aquilo. E ela era a única culpada. Foi então que…


That’s all folks.

Daisy and Minnie


P.S. Talvez alguns dos nossos leitores queiram consultar no dicionário Houaiss o significado da palavra “pastiche”. (Este post scriptum é da inteira responsabilidade da Minnie. A Daisy continua visivelmente perturbada.)

Saturday, October 18, 2008

Minnie Von Teese e os homens


Os homens da vida da Minnie ficam fascinados com o seu ar de pin-up.

(Dizes tu).

Que é, aliás, muito interessante. Depois de um jantar regado a vinho tinto e de alguns considerandos acerca das nossas receitas infalíveis DE COZINHA

(estavam a pensar o quê?!),

verificámos que, portas adentro, era a faceta Doris Day da Minnie que os fascinava

(sejam eles personal trainers ou Kings of the world.)

Eu acho que é o lado irreprimivelmente pequeno-burguês que emerge.

(isso é um lado?)

Sonham com a Minnie von Teese mas querem ter, em casa, a Minnie Day. De preferência, de avental. E sem orelhas à Playboy, muito compostinha. A casa muito "arrumada", as mãos a cheirar a alho e a refogado. Mas que é isso de quererem domesticar a Minnie?! Acho mal!

(são os Kings of convenience).

Daisy & Minnie

Friday, October 10, 2008

Grand corps malade: rencontres

C'est quoi le slam?

Tuesday, July 15, 2008

Tricky, Past mistake

Tricky is back

Saturday, July 5, 2008

Ainda a avaliação dos professores, alegadamente segundo a opinião de uma advogada

Avaliação dos professores
Opinião de uma advogada

Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).
Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.
A carreira seria dividida em duas:
Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.
A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.
O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc. A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...
Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
A questão é saber se consideram aceitável o modelo?
Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões?
Será???!!!
Já agora...
Poderiam começar a 'experiência' pela Assembleia da República e pelos (des)governantes...

Sunday, June 29, 2008

Mint Royale, em duplo registo :)



e ainda http://www.youtube.com/watch?v=LDnXjx6Ht70,
embedding desligado...