Saturday, October 18, 2008

Minnie Von Teese e os homens


Os homens da vida da Minnie ficam fascinados com o seu ar de pin-up.

(Dizes tu).

Que é, aliás, muito interessante. Depois de um jantar regado a vinho tinto e de alguns considerandos acerca das nossas receitas infalíveis DE COZINHA

(estavam a pensar o quê?!),

verificámos que, portas adentro, era a faceta Doris Day da Minnie que os fascinava

(sejam eles personal trainers ou Kings of the world.)

Eu acho que é o lado irreprimivelmente pequeno-burguês que emerge.

(isso é um lado?)

Sonham com a Minnie von Teese mas querem ter, em casa, a Minnie Day. De preferência, de avental. E sem orelhas à Playboy, muito compostinha. A casa muito "arrumada", as mãos a cheirar a alho e a refogado. Mas que é isso de quererem domesticar a Minnie?! Acho mal!

(são os Kings of convenience).

Daisy & Minnie

Friday, October 10, 2008

Grand corps malade: rencontres

C'est quoi le slam?

Tuesday, July 15, 2008

Tricky, Past mistake

Tricky is back

Saturday, July 5, 2008

Ainda a avaliação dos professores, alegadamente segundo a opinião de uma advogada

Avaliação dos professores
Opinião de uma advogada

Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).
Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.
A carreira seria dividida em duas:
Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.
A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.
O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc. A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...
Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
A questão é saber se consideram aceitável o modelo?
Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões?
Será???!!!
Já agora...
Poderiam começar a 'experiência' pela Assembleia da República e pelos (des)governantes...

Sunday, June 29, 2008

Mint Royale, em duplo registo :)



e ainda http://www.youtube.com/watch?v=LDnXjx6Ht70,
embedding desligado...

Sunday, June 15, 2008

My name is Roth, Philip Roth

Ou deixas de foder outras ou está tudo acabado.
Foi este o ultimato, o exasperante, inacreditável e absolutamente imprevisto ultimato que a amante de cinquenta e dois anos fez lavada em lágrimas ao seu amante de sessenta e quatro, no aniversário de uma ligação que persistira com espantosa licenciosidade - e que não menos espantosamente se mantivera secreta - durante treze anos. Mas agora, com as secreções hormonais a refluir, a próstata a dilatar-se e um horizonte verosímil de não mais do que poucos anos de potência semiconfiável da parte dele - e talvez nem isso de vida restante -, agora, na proximidade do fim de tudo, estava a ser intimado a virar-se do avesso sob pena de a perder.
Philip Roth, Teatro de Sabbath

Wednesday, April 23, 2008

Tate




Saturday, April 19, 2008

Zimler lê os seus romances no YouTube

Tuesday, April 8, 2008

Das mulheres (segundo Fermín Romero de Torres)

"Como nos ensina Freud, a mulher deseja o contrário daquilo que pensa ou declara, o que, bem vistas as coisas, não é assim tão terrível, porque o homem, como nos ensina o Calino, obedece em contrapartida aos ditames do seu aparelho genital ou digestivo.
[...]
O que acontece é que o homem, voltando a Freud e passe a metáfora, aquece como uma lâmpada: ao rubro num ápice e frio outra vez num ai. A fêmea, porém, a fogo lento [...]. Mas lá quando aquece, não há quem pare aquilo. Como os altos-fornos da Biscaia".
Carlos Ruiz Zafón, A Sombra do Vento, 145-146

Monday, April 7, 2008

Das mulheres

«Há três espécies de mulheres neste mundo: a mulher que se admira, a mulher que se deseja, a mulher que se ama.», Viagens na Minha Terra, Carlos.

A pedido



Sunday, April 6, 2008

VER CLARO

VER CLARO

Toda a poesia é luminosa, até

a mais obscura.

O leitor é que tem às vezes,

em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.

E o nevoeiro nunca deixa ver claro.

Se regressar

outra vez e outra vez

e outra vez a essas sílabas acesas

ficará cego de tanta claridade.








Os Sulcos da Sede, Edições Quasi

Tuesday, April 1, 2008

Drummond por Drummond

Monday, March 31, 2008

Consolo na Praia, Drummond (por Maitê Proença)